Quando a versão supera o original #2
Desta vez até eu estive indeciso. O original (de Elliott Smith) também é muito bom, mas continuo a preferir esta versão da Madeleine Peyroux. Acho que o facto de ela a cantar mais lentamente dá tempo para "entrar na música". O pequeno solo de piano está simples, bonito e remete-me (vá-se lá saber porquê) para uma imagem de uma cidade alta, suja e à chuva (imaginem o som da chuva por trás do solo de piano...).
Para ouvir bem alto.